Eleições em Bayeux!

Gostaram do resultado das eleições em Bayeux? Apenas uma coisa me fez o cidadão mais feliz de nossa cidade:

 

E não poderíamos deixar de registra a derrota da senhora Madalena – “canidata” a vereadora –  nas urnas de Bayeux. Confira na foto abaixo:

O Oráculo registrará todos os passos da “decadência” da família Souza em Bayeux. Sabem por quê? Porque o Oráculo enxerga além do alcance!

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Violência homofóbica no Brasil!

Os bayeuxenses permitirão que isto aconteça em Bayeux?

Atente em qual candidato você vai depositar o seu voto nestas eleições e  para o discurso religioso que  ele profere, pois deste discurso poderá surgir intolerância e homofobia. Confira o artigo abaixo:

“Maiara, 22 anos, aguardava a resposta de uma entrevista de emprego. Laís, 25, queria concluir o curso supletivo noturno para ‘vencer na vida’, preferia trabalhar a estudar e desde seus sete anos de idade ajudava a mãe na subsistência da família. As duas jovens, que moravam juntas há quatro meses e mantinham uma relação homoafetiva, foram assassinadas a tiros no final da noite do dia 24 de agosto de 2012, em Camaçari, região metropolitana de Salvador (BA), quando caminhavam de mãos dadas pela rua.

Na região nordeste do país, no município de Jijoca de Jericoacoara (CE), no último dia 13, um homem de 36 anos foi encontrado morto em sua casa. No corpo sobre a cama, uma faca encravada na altura do peito esquerdo. A vítima era assumidamente homossexual e trabalhava como cozinheiro.

Na região metropolitana de Goiânia (GO), na madrugada de 7 de setembro, a dois dias da Parada do Orgulho LGBT daquela municipalidade, foram registrados os assassinatos de quatro travestis. Segundo testemunhas, as mesmas se prostituíam quando homens armados chegaram, mandaram-nas deitar no chão, atiraram e fugiram.

Para além de fatos isolados, os registros de violências baseadas na orientação sexual e na identidade de gênero das vítimas descritos acima compõem o levantamento divulgado no blog “Quem a homofobia matou hoje?”, a partir de denúncias encaminhadas ao Grupo Gay da Bahia (GGB), a mais antiga entidade brasileira de defesa dos homossexuais. De acordo com a organização, somente no primeiro semestre de 2012, foram contabilizados 165 assassinados de gays no País.

Segundo levantamento inédito divulgado pela Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH-PR), em julho deste ano, de janeiro a dezembro de 2011, foram denunciadas 6.809 violações de direitos humanos contra LGBTs, envolvendo 1.713 vítimas e 2.275 suspeitos. Os números oficiais foram sistematizados cm base em dados do Disque Direitos Humanos – Disque 100, na Central de Atendimento à Mulher – Ligue 180, no Disque Saúde e na Ouvidoria do Sistema Único de Saúde (SUS), bem como em e-mails e correspondências diretas encaminhadas ao Conselho Nacional de Combate à Discriminação LGBT e à Coordenação-Geral de Promoção dos Direitos de LGBT;

Apesar da subnotificação, os números do relatório apontam que, nesse período, foram reportadas 18,65 violações de direitos humanos de caráter homofóbico por dia, vitimando 4,69 pessoas diariamente. Os estados com maior incidência foram São Paulo (1.110), Minas Gerais (563), Rio de Janeiro (518), Ceará (476) e Bahia (468). O Distrito Federal ocupou a 12ª posição, com 225 notificações. 67,5% das vítimas se identificaram como sendo do sexo masculino; 26,4% do sexo feminino; e 6,1% não informaram sexo. 47,1% tinham entre 15 e 29 anos.

Com relação aos principais tipos de violação, 42,5% dos casos registrados foram de violência psicológica (como humilhações, ameaças, hostilizações e xingamentos); 22,5% de discriminação; e 15,9% violência física. Em 41,9% dos casos, a própria vítima fez a denúncia; em 26,3%, desconhecidos da vítima que denunciaram; e em 12%, familiares, amigos, vizinhos. O relatório revelou, também, um padrão de repetição de violência de, em média, 3,97 violações por pessoa agredida. Outro aspecto ressaltado foi o número maior de suspeitos em relação ao número de vítimas, o que sugere que as violações são cometidas por mais de um agressor ao mesmo tempo.

Ainda segundo os dados, em 61,9% dos casos o agressor é próximo da vítima, em 38,2% são familiares, sendo que em 42% dos casos a violência se deu dentro de casa; 5,5% das violações foram registradas em instituições governamentais – sendo 3,9% em escolas e universidades, 0,9% em hospitais do SUS, e 0,7% em presídios, delegacias e cadeias.

O esforço em combater todas as formas de discriminação tem constado reconhecidamente da agenda da Organização das Nações Unidas (ONU) que, no marco da Declaração sobre orientação sexual e identidade de gênero, apresentada à Assembleia Geral, em 18 de dezembro de 2008, divulgou, em dezembro de 2011, o primeiro relatório global sobre os direitos humanos de lésbicas, gays, bissexuais, transexuais e travestis, no qual descreve um padrão de violações de direitos humanos presente em diversos países, reconhecendo que as pessoas LGBT são frequentemente alvo de abusos de extremistas religiosos, grupos paramilitares, neonazistas, ultranacionalistas, entre outros grupos, os quais, muitas vezes, têm agido internacionalmente sob a forma de rede. Destaca, ainda, a situação de risco peculiar à qual estão submetidas as mulheres lésbicas e os/as transexuais.

A partir do relatório das Nações Unidas advertindo que governos têm negligenciado a questão da violência e da discriminação com base na orientação sexual e identidade de gênero, o Escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos lançou, em 14 de setembro último, documento intitulado “Nascido Livre e Igual” (em inglês Born Free And Equal), no qual traz obrigações legais que os Estados devem aplicar para a proteção de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBT). Baseado em dois princípios fundamentais que sustentam a lei internacional dos direitos humanos (igualdade e não discriminação), o documento foca cinco obrigações nas quais a ação nacional é mais necessária (proteção contra a violência homofóbica, prevenção da tortura, a descriminalização da homossexualidade, a proibição da discriminação e o respeito com a liberdade de expressão e com a reunião de todas as pessoas LGBT) e busca explicar para gestores públicos, ativistas e defensores dos direitos humanos as responsabilidades do Estado com essa minoria e os passos necessários para alcançá-las.

Na esteira das recomendações das Nações Unidas, o relatório sobre violência homofóbica no Brasil pontua a obrigatoriedade de notificação dos casos; que haja campo para a informação sobre identidade de gênero e orientação sexual nos registros de óbito e no Ligue 180; que serviços públicos específicos para travestis e transexuais tenham acesso a canais de denúncia governamentais; que os espaços públicos de sociabilidade sejam incentivados pelos Poderes Públicos municipais, estaduais e federal com promoção de atividades artísticas e culturais e que a interação entre jovens de diferentes inscrições identitárias, étnico-raciais, de gênero e classe social, entre outras, seja estimulada; trabalhar no empoderamento dos jovens LGBT para que denunciem as violências ocorridas no ambiente doméstico; realização de campanhas de enfrentamento da homofobia e divulgação dos canais de denúncia; que seja realizada a publicização anual dos dados de homofobia no Brasil; que seja criado um painel de indicadores relacionados ao respeito à população LGBT por estado; que a homofobia seja criminalizada nos mesmos termos em que foi criminalizado o racismo; que prisões, escolas, hospitais, quartéis e outras instituições similares possuam um código de ética ou incluam em seus códigos de ética questões relacionadas ao respeito aos direitos das minorias.

A partir dos dados do relatório, cuja íntegra está disponível no site da SDH-PR, conclui-se que a homofobia é um problema estrutural no Brasil e atinge, sobretudo, jovens, negros e pardos, nas ruas e em suas próprias residências, operando de forma a desumanizar as expressões de sexualidade divergentes da heterossexual.

Os casos ilustrados no começo do artigo demonstram o quanto à masculinidade sente-se ameaçada por outras vivências de sexualidade, sob o argumento de que tudo o que fuja ao padrão da heteronormatividade necessite de “correção”, “cura”, “pena” ou “sanção”. Com relação ao espaço da rua, ressalta-se a questão da qualificação dos agentes policiais para o conhecimento da violência homofóbica e para o acolhimento das vítimas da violência. Com relação ao espaço da casa, destaca-se a importância do empoderamento de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais para que denunciem a violência ocorrida no âmbito doméstico.”

 

 

Welliton Caixeta Maciel, assessor internacional da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, mestrando em Antropologia Social pela Universidade de Brasília, é associado ao Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

FONTE: [CLIQUE AQUI!]

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Justiça Divina? Jota Júnior vai pagar?

Para aqueles bayeuxenses que achavam que a Justiça Divina não funcionava pelo atual prefeito de bayeux ser irmão de um pastor evangélico… Enganaram-se! Deus provou que é Deus tanto de evangélicos como de católicos, espíritas, budistas, etc. Confira a matéria abaixo e depois dê um glória a Deus bem alto aquele que foi humilhado e prejudicado na nossa  cidade pela atual administração municipal.

“O Tribunal de Contas da Paraíba emitiu parecer contrário à aprovação das contas de 2009 do prefeito de Bayeux Josival Júnior de Souza, a quem imputou o débito de R$ 707.614,04, como propôs, nesta quarta-feira (5), o auditor Renato Sérgio Santiago Melo, relator do processo. Ainda cabe recurso dessa decisão.

A desaprovação dessas contas deu-se por unanimidade e a imputação do débito foi decidida por Voto de Minerva do conselheiro Fábio Nogueira que conduziu a sessão plenária em decorrência de viagem do presidente Fernando Catão.

O prefeito de Bayeux respondeu por irregularidades que incluíram despesa desnecessária e sem comprovação em favor da Fundação Franco-Brasileira de Pesquisa e Desenvolvimento (R$ 494.400,00), dispêndios não comprovados com aquisição de combustíveis (R$ 137.878,93), recebimento de receita decorrente da alienação da folha de pagamento em valor inferior ao contratado (R$ 70.000,00) e escrituração sem justificativa de repasse previdenciário (R$ 5.335,11).

A ele ainda foram aplicadas duas multas, uma de R$ 4.150,00 e outra de R$ 70.761,40 equivalente a 10% do valor do débito que deve restituir, voluntariamente, aos cofres municipais, no prazo de 60 dias, sob pena de cobrança executiva pelo Ministério Público Estadual.”

Desde 2004 que a cidade de Bayeux vem “cambaleando” com apenas alguns “reparos” em praças e calçamento de algumas ruas… bem poucas! Já o “patrimônio” de “alguns” políticos bayeuxenses e seus familiares… Cala-te boca!

O Oráculo de Bayeux está de olhos abertos e enxerga além do alcance!

Fonte: [Clique aqui!]

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Presidência da República apresenta números da violência contra LGBTs!

Governo Federal divulga números oficiais de violência contra LGBT e anuncia criação de comitês de enfrentamento à homofobia

Agência Câmara

Maria do Rosário explica que comitês deverão garantir políticas públicas para população LGBT

A Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, em parceria com o Conselho Federal de Psicologia, anunciou no final da tarde de quinta-feira, dia 28, a criação de Comitês Estaduais de Enfrentamento à Homofobia.

De acordo com a Ministra Maria do Rosário, estes comitês terão como principal missão monitorar a implementação de políticas públicas, acompanhar ocorrências de violências homofóbicas para evitar a impunidade e trabalhar para a sensibilização dos poderes públicos para a garantia de direitos do segmento.

“Diante da gravidade das violações aos Direitos Humanos LGBT, é fundamental termos comitês instalados em cada estado brasileiro para o enfrentamento à violência contra o segmento. Vamos constituir parceiros para juntos – governo e sociedade – revertermos este grave quadro de violações”, destacou a ministra.

Pelo planejamento do Governo Federal, os comitês serão criados em parceria com os governos estaduais, conselhos regionais de psicologia, comissões de direitos humanos da Ordem dos Advogados do Brasil, Ministério Público estadual, poder judiciário, Defensorias Públicas, comissões de direitos humanos das Assembleias Legislativas, e os movimentos sociais. Além dos comitês estaduais, um comitê nacional será criado para coordenar as ações em todo o país.

A Ministra Maria do Rosário ainda manifestou apoio à militância LGBT e ao Conselho Federal de Psicologia, que já se posicionaram contrários à “terapia de reversão da homossexualidade” que está em discussão. “Todas as políticas públicas do governo para assegurar direitos à população LGBT estão em concordância com resolução do Conselho Federal de Psicologia, que é contrária a qualquer iniciativa de taxação da homossexualidade como doença, bem como da adoção de práticas clínicas para o seu tratamento”, destacou a ministra.

Números

A Secretaria de Direitos Humanos também divulgou os números do Relatório Sobre Violência Homofóbica no Brasil. O documento tomou como base os dados do Disque Direitos Humanos – Disque 100, do Disque 180, da Secretaria das Mulheres e do Ministério da Saúde.

De acordo com o relatório, foram denunciados, de janeiro a dezembro de 2011, 6.809 violações aos direitos humanos contra a população LGBT, envolvendo 1.713 vítimas e 2.275 suspeitos. A média de violações diárias no período foi de 18,6.

A maioria dos agressores (61,9%) é conhecida das vítimas. 34% das vítimas são do gênero masculino, 34,5% do gênero feminino, 10,6% travestis, 2,1% de transexuais e 18,9% não informaram. A maioria das denuncias (41,9%) foi feita através do Disque 100 pela própria vítima.

FONTE: [clique aqui!]

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Respeito aos direitos dos homossexuais é um dos critérios vigentes para a adesão à União Europeia!

A Comissão Europeia afirmou que o respeito aos direitos dos homossexuais é um dos critérios vigentes para a adesão à União Europeia.

Em nota divulgada pela comissão, foram citados os assim chamados Critérios de Copenhague, estabelecidos em 1993, que um país deve cumprir para se tornar membro da UE , e o artigo 2 do Tratado da União Europeia, que proíbe discriminação contra minorias. Também foram ressaltados os artigos 10 e 19 do mesmo tratado e o 21 da Carta Europeia dos Direitos Fundamentais, que proíbem explicitamente a discriminação contra a orientação sexual de cada cidadão.
“Os direitos dos Gays, Lésbicas, Bissexuais e Trangêneros (GLBT) fazem parte integral tanto do critério político de Copenhague de adesão à UE como do regime jurídico para combater a discriminação. Ambos são monitorados de perto pela Comissão Europeia, que divulga anualmente um relatório sobre os progressos registrados nos países candidatos a aderir à UE, no que se refere à situação do grupo LGBT”, ressaltou a Comissão Europeia.
A nota da Comissão Europeia foi enviada ao EUobserver, em resposta a uma questão levantada durante entrevista com um clérigo armênio.
A Armênia, país extremamente cristão, onde a Igreja tem mais poderes do que em outros países europeus também com raízes cristãs, tem aspirações para se tornar membro da União Europeia.
A homossexualidade não é ilegal no país, mas, de acordo com um recente estudo feito pela organização ILGA-Europe, com sede em Bruxelas, a situação na Armênia só é melhor do que a da Moldávia e Rússia, em termos de proteção jurídica aos europeus que fazem parte do GLBT.
As leis armênias não proíbem a discriminação baseada na orientação ou identidade sexual. Elas não reconhecem nenhuma forma de relacionamento entre pessoas do mesmo sexo, de acordo com o estudo da ILGA-Europe. Esta posição jurídica se reflete no sentimento popular.
Pessoas que participaram de uma pequena manifestação pró-tolerância, em Yerevan, capital da Armênia, em 21 de maio, afirmaram que a polícia impediu que outros manifestantes contra homossexuais atrapalhassem a manifestação. Eles gritavam slogans contra os gays e se referiam a eles como uma doença e uma ameaça para as crianças. Na mesma noite, vândalos destruíram um dos poucos bares que aceitavam a entrade de gays.
A fim de justicar sua visão “antigays”, três padres se manifestaram em público, relembrando a passagem bíblica sobre a destruição de Sodoma e Gomorra. De sua parte, o bispo Hovakim Manukyan, representante ecumênico da Igreja Católica da Armênia, foi claro: “Nossa cultura não aceita homossexuais. Com isso quero dizer que nós não rejeitamos a pessoa, mas, sim, o pecado e como armênios somos livres para pensar assim”. Esta afirmação foi feita durante uma recente entrevista dada ao EUobserver, em Etchmiadzin, sede oficial da Igreja armênia.
O bispo armênio ressaltou ainda que eles defendem os direitos humanos básicos, mas os direitos dos gays são um “tema secundário”, no qual a diferença de opinião deve ser permitida. “Nossas diferenças culturais devem ser respeitadas… Neste tipo de questão não há um consenso europeu. A Europa não se restringe apenas à Europa Ocidental. A Polônia, por exemplo, é um país extremamente cristão, como a Romênia, a Bulgária e a Sérvia. A Armênia é mais próxima destes países neste tipo de questão”, explicou o bispo Hovakim Manukyan.
Em alguns casos, países candidatos a aderir à UE ou tentam negociar a exceção de determinadas leis, ou pedem um período de transição para implementar partes mais delicadas.
Mas, para Ulrike Lunacek, política austríaca e lésbica assumida, além de co-presidente do grupo GLBT do Parlamento Europeu, isto não quer dizer que os países podem escolher os valores que querem adotar.
“A adesão à UE de países candidatos não será possível se certos direitos não se tornarem lei e forem colocados em prática. A não discriminação no setor trabalhista, por exemplo, se tornou parte da exigências”, afirmou Ulrike, citando as diretivas sobre a não discriminação a partir de 2000.
“A proteção às paradas do orgulho gay é hoje em dia um tema frequente de monitoramento nos relatórios da comissão que avalia os progresso dos países candidatos à adesão”, ressaltou Ulrike Lunacek, acrescentando ainda que as instituições da UE deveriam trabalhar com países conservadores, em vez de colocar obstáculos.
“A União Europeia representa cooperação e não confrontação, abertura em vez de medo… E isso é muito bom”, concluiu Ulrike.
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OAB é intimada pelo Secretariado da SUPRAPARTIDÁRIA GLBT a juntar-se na luta contra a homofobia!

Exmo. Sr.
Ophir Filgueiras Cavalcante Junior
Diretor Presidente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil

O Secretariado da Suprapartidária LGBT vem por meio deste encaminhar a V. Excia a Petição Permanente da Suprapartidária LGBT dirigida a Presidência do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil.

A presente campanha de abaixo assinado é perpétua e de caráter global, ou até que a decisão do Conselho Federal da OAB seja favorável e encaminhe nossa demanda ao Secretário Geral da Nações Unidas, Ban Ki-moon, porque leva-nos a crer que nem o Executivo e nem o Legislativo brasileiros ouviriam nosso CLAMOR mesmo que partisse da Ordem dos Advogados do Brasil.

As mais de 1000 (mil) assinaturas até o presente momento encontram-se no site
http://www.peticaopublica.com.br/PeticaoVer.aspx?pi=OAB2012

e sugerimos que V. Excia tome conhecimento também das reportagens nacionais catalogadas no blog “Quem a Homofobia Matou Hoje?” como subsídio inicial para a vossa decisão.
http://homofobiamata.wordpress.com/

Segue o CLAMOR, objeto da campanha da comunidade LGBT do Brasil abaixo representada.

Exmo. Sr. Ophir Filgueiras Cavalcante Junior
Diretor Presidente
Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil
SAUS Quadra 5 – Lote 1 – Bloco M – Brasília – DF | CEP 70070-939

SOCORRO, OAB!
A sociedade civil brasileira aqui representada por todas as minorias, garantidas ou não, por força de lei, contra o preconceito e discriminação rogamos socorro à Ordem dos Advogados do Brasil, clamando para que interceda junto à ONU no sentido de denunciar a negligência do Executivo e Legislativo brasileiros para com as pessoas LGBTs.

Nossos Direitos Humanos têm sido negados e sistematicamente violentados mediante influência crescente de segmentos radicais baseados no fundamentalismo religioso, representados principalmente por membros evangélicos do parlamento, promovendo a chantagem política junto ao Executivo para que este não dê andamento à políticas públicas que combatam a homofobia, nem permita a tramitação de projetos de lei que criminalizem e equiparem a homofobia ao racismo.

Essa situação de paralisia e vacuidade de direito tem trazido implicações as mais graves como aumento significativo dos homicídios com requintes de crueldade por motivo de ódio, que tiraram a vida de um homossexual a cada 20 horas neste início de ano de 2012.

Se nada for feito, o Brasil assistirá inerte ao crescimento dos assassinatos homofóbicos de 266 crimes documentados em 2011, para o número projetado, ao ritmo de hoje, de cerca de 350 crimes de ódio em 2012.

Nós, a sociedade civil composta pelas mulheres, negros, estrangeiros, idosos, deficientes, pessoas LGBTs e defensores outros dos Direitos Humanos dessas minorias, precisamos que se faça chegar à Organização da Nações Unidas essa denúncia e nosso clamor.

Acreditamos firmemente que a Ordem dos Advogados do Brasil, enquanto baluarte na defesa do Estado democrático de direito que visa à defesa da cidadania de todo o povo brasileiro, tem amplitude política e social para se fazer ouvir junto à mais importante organização internacional que também defende os Direitos Humanos, para que interceda em favor de mais de 20 milhões de oprimidos (10% de LGBt) e advirta o Brasil para cumprir seus inalienáveis compromissos em favor da dignidade humana da totalidade dos brasileiros.

SOCORRO, OAB!!!

Prof. Dr. Luiz Mott – Antropólogo, Historiador, Pesquisador, Decano do Movimento LGBT do Brasil e fundador do Grupo Gay da Bahia
Prof. Dr. Toni Reis – Presidente da ABGLT – Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais e Conselheiro Titular do Conselho Nacional LGBT
Prof. Mestre Roberto Luiz Warken – Consultor do Instituto Arco-Íris de SC, Diretor da Regional Sul da ABRAGAY, Associação Brasileira de Gays, Secretaria dos Movimentos Sociais
Jovanna Baby da Silva Baby- Presidente da Articulação Nacional de Travestis e Transexuais – ANTRA, Diretora Municipal de Políticas para Livre Orientação Sexua (2010)
Rita Colaço – Mestre em Política Social e Doutoranda em História Social UFF, blogueira
João Silvério Trevisan – Escritor, Jornalista, Dramaturgo, Tradutor, Cineasta
Leo Mendes – Jornalista e Coordenador Nacional da Artgay
Julian Rodrigues – Coordenador do Setorial Nacional LGBT do PT até abril de 2012 e LGBT Aliança Paulista LGBT
Yone Lindgren – Vice Presidente da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais; Coordenação Geral do Movimento D’Ellas
Justo Favaretto – Empresário e ONG Homo Unidos e Frente LGBTT SP
Dimitri Sales – Advogado, Mestre e Doutorando em Direito Constitucional pela PUC SP; Membro das Comissões de Direitos Humanos e da Diversidade Sexual e Combate à Homofobia da OAB SP, Ex-Coordenador de Políticas para a Diversidade Sexual do Estado de São Paulo
Everton de Lima Oliveira – Ativista fundador e responsável pelo Grupo LGBT Brasil
Marcelo Cerqueira – Historiador e Presidente do Grupo Gay da Bahia/ GGB
Carlos Tufvesson – Estilista e militante de direitos civis e humanos
Maria Berenice Dias – Advogada, Desembargadora Aposentada, Vice Presidente do Instituto Brasileiro de Direito de Família – IBDFAM, Presidenta da Comissão Especial da Diversidade Sexual do Conselho Federal da OAB, Membro do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social do Estado do Rio Grande do Sul, Pós-graduada e Mestre em Processo Civil pela PUC-RS.
Eduardo Piza Mello – Advogado, Diretor Presidente do Grupo de Advogados pela Diversidade Sexual, representante do Instituto Edson Néris.- IEN
Oswaldo Braga, Jornalista e Fundador do Movimento Gay de Minas – MGM
Marco Trajano – Presidente do Movimento Gay de Minas – MGM
Edith Modesto – Escritora, Professora Universitária e Pesquisadora, Mestra e Doutora em Semiótica francesa pela USP, Terapeuta e fundadora do GPH – Associação Brasileira de Pais e Mães de Homossexuais
Ivone Pita – Ativista fundadora e co-responsável pelo grupo “Todos contra a homofobia, a lesbofobia e a transfobia”
Sergio Viula – Graduado em Teologia pelo Seminário Teológico Bethel do Rio de Janeiro e em Filosofia pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro, Presidente do Conselho da Liga Humanista Secular do Brasil (LiHS), autor, blogger e professor
Paulo Tavares Mariante – Advogado e militante do IDENTIDADE – GRUPO DE LUTA PELA DIVERSIDADE SEXUAL
Deputado Federal Jean Wyllys – Professor e Jornalista e Deputado Federal pelo Rio de Janeiro
Deputado Federal Dr. Rosinha – Médico, foi um dos fundadores e diretor do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais (Sismuc) e diretor do Centro Brasileiro de Estudos da Saúde. Deputado Federal pelo Paraná
Marcos Fernandes – Presidente Nacional do Diversidade Tucana – PSDB e assessor parlamentar na Secretária da Fazenda

OBS: a lista acima representa o principal do Movimento Homossexual Brasileiro, é portanto a maior e melhor representação do MHB. E todas as assinaturas foram confirmadas, comprovadas e arquivadas, estando disponíveis à consulta para a transparência do processo.

O Secretariado da SUPRAPARTIDÁRIA LGBT

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Pastor Presbiteriano critica fundamentalistas cristãos e sua cura gay!

O pastor presbiteriano Alexandre Marques Cabral dá um show de coerência e amor cristão ao expor as absurdas ações de fundamentalistas ao exigirem o direito de “curar gays”:

O Oráculo de Bayeux está de olhos nos fundamentalistas e enxerga além do alcance!

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